30 novembro 2012

Plantação do azevinho




Os relógios da Mariana


Há muitos, muitos anos moram na casa da Mariana um despertador e um relógio de cuco que nunca se entenderam.

A sua dona gosta muito do relógio de cuco porque ele é divertido mas não gosta tanto do despertador pois ele toca muito alto e acorda toda a gente.

Um dia, o despertador zangou-se com o companheiro e não parava de fazer trrim, trrim, trrim…

A Mariana, que não conseguia dormir com tanto barulho, resolveu deitá-lo ao lixo para nunca mais o ouvir.

Finalmente, passou a dormir descansada e a acordar com a música melodiosa do cuco: cucu… cucu… cucu…


Mariana com a colaboração da mãe

29 novembro 2012

O menino do relógio

Há muito tempo atrás, um menino vivia com o seu pai numa grande torre, que ao mesmo tempo era um grande relógio. O seu pai era mecânico desse grande relógio, este tinha umas grandes rodas dentadas, correntes e outros materiais. Certo dia chovia muito e havia muita trovoada e um raio avariou o relógio. Nessa altura, como o pai estava doente, o filho arranjou o relógio como o seu pai lhe ensinou. Com as rodas e as correntes velhas que trocou do relógio o menino fez uma prenda para o pai. Quando o filho entregou a prenda ao pai, este ficou muito contente, até ficou logo bom pois a sua prenda era um automóvel. Foi este menino que inventou o automóvel.

27 novembro 2012

O relógio misterioso



Há muito tempo atrás, um senhor estava a passear na rua, levava com ele o seu relógio de bolso.
Esse relógio tinha sido comprado nesse mesmo dia numa loja de antiguidades. Pelo meio da tarde ele quis ver as horas e qual não foi o seu espanto que  viu que marcava 10 horas. Ele clicou num botão para o acertar e voltou ao passado, para a hora em que o tinha comprado.
Foi aí que ele percebeu que aquele relógio não era comum. Então  resolveu ficar com  ele, mas como relíquia.
Mais tarde decidiu comprar um relógio de pulso, este sim que mostrasse as horas certas, para poder ser pontual.

Rita com a colaboração da mãe

26 novembro 2012

O relógio perdido


Num dia de primavera o João ia pela floresta, a pé, para a escola. Ele levava sempre com ele o relógio de bolso que os pais lhe tinham dado nos anos.
Quando estava a chegar à escola,  meteu a mão ao bolso para ver as horas. Muito aflito começou a procurar nos bolsos todos porque não encontrava o relógio. Muito triste seguiu  o caminho ...
Quando  chegou, um amigo  perguntou-lhe:
-  João este relógio não é teu? Encontrei-o na floresta.
O João deu um salto de alegria por ter novamente o seu relógio favorito, agradeceu ao amigo e prometeu ter mais cuidado.
 
Érica com a colaboração da mãe