13 setembro 2013
04 junho 2013
Visita ao museu de Viana
Ontem, num dia chuvoso, eu fui visitar o Museu Municipal de Viana do
Castelo porque a professora queria que nós aprendessemos mais. Em
princípio nós íamos fazer um peddy-paper no centro histórico da cidade
mas porque chovia ficamos no museu.
Quando chegámos abriram -nos a porta e veio o guia.
Nós fomos a três salas diferentes. A primeira sala tinha cinco mil
azulejos e neles estava representada a vida palaciana. Na segunda sala
estavam representados quatro continentes: África, América, Ásia e
Europa, nós estávamos a tentar adivinhar os vários continentes. Essa sala
também tinha cinco mil azulejos. Na terceira sala estavam
representados as cenas de caça onde se podia ver que nesse tempos usavam cavalos e cães para
caçar mas, havia certas regras: os pobres não podiam usar roupa dos
ricos e os ricos não podiam usar roupa dos pobres.
Logo de seguida fomos ao quarto onde havia uma cama
individual desmontável e com seis pés, um espelho e o brasão da família
representado no teto.
De seguida fomos à capela onde descobrimos que a parte atrás do altar chama-se fábrica .
Depois fomos a duas salas, numa vimos um contador que tinha muitas gavetas e um segredo. Na outra vimos louça de Viana.
Eu gostei muito porque aprendi muitas coisas novas.
Edgar - 3º ano
Num dia chuvoso, os alunos do terceiro ano foram conhecer o Museu
Municipal em Viana do Castelo. Eles foram a Viana para fazer um peddy
paper mas, como o dia estava chuvoso, foram ver uma casa com mais de 300
anos: o Museu Municipal.
Quando chegaram foram amavelmente recebidos pelo seu guia . Em seguida o funcionário
levou-os a ver três salas. Cada sala tinha cerca de 5.000 azulejos. Na
primeira sala os azulejos tinham desenhos da vida palaciana. A vida
palaciana representa as pessoas que moram num palácio. No desenho tinha algumas
pessoas a tocar instrumentos, a comer à mão ou à colher e também
estavam muito bem vestidos.
Na segunda sala, na parede, estava representados os quatro
continentes: América, África, Europa, Ásia. Eles demoraram um
bocadinho a descobri-los, mas foram lá. O último a descobrir foi a Ásia,
porque o desenho tinha um cavalo meio camelo. A cabeça e o pescoço eram
de camelo e o corpo e as pernas eram de cavalo.
A
terceira sala tinha o painel com imagens de caça. Na parede estavam
representados os ricos e os pobres.Os ricos que são os «nobres» estavam a
caçar
em cima de cavalos. Os homens que estavam lá representados tinham um
cabelo muito comprido e uma roupa muito elegante. E também estavam lá,
na
imagem pobres que são o «povo». Eles levavam os cães e usavam roupa um
bocado rota.
Em seguida foram ver um quarto que tinha uma cama com seis pés e
que se desmonta. Essa cama era individual. No teto do quarto tinha o
brasão da família.
Logo de seguida foram ver uma capela. Essa
capela foi mandava construir pelo um cónego que mandou fazer este edifício. Os alunos aprenderam que na igreja, o
espaço por trás do altar chama-se fábrica e também aprenderam que por
trás do dourado é tudo madeira esculpida, só depois os homens que trabalham com
isso é que põe um papel dourado.
Rapidamente foram para outra sala que tinha um contador. O contador é
um objeto que tem muitas gavetas e que serve para guardar os
nossos segredos e valores. Como não tinham muito tempo foram dar uma
vista de olhos a uma sala que tinha louça da « fábrica de
Viana». Depois foram embora.
Eles gostaram muito desta visita, porque ficaram a conhecer o seu passado histórico.
Ontem, num dia chuvoso, nós fomos ao Museu Municipal de Viana do Castelo. Fomos lá porque não estava um bom dia para fazer o peddy paper ao centro histórico que estava previsto.
Fomos recebidos pelo guia que nos mostrou três salas com
vários painéis de azulejos. A primeira sala falava sobre a vida
palaciana, a outra falava sobre os quarto continentes (África, América,
Ásia e Europa) e a outra era sobre a caça, onde aprendemos que havia a
classe dos ricos e a dos pobres e que os ricos
não podem vestir a roupa dos pobres e os pobres não podem vestir a
roupa dos ricos, se não respeitassem esta regra pagam uma multa.
Depois
mostrou-nos um quarto com uma cama individual que tinha um dossel,
seis pés e desmontava-se toda. Havia também um quadro com o brasão
da família. Depois do quarto fomos ver a capela com o altar esculpido em
madeira e também aprendi que por trás do altar há um local chamado
“fábrica”.
Quem mandou
fazer esta casa foi um cónego, era uma casa de férias e vinha sempre
para esta casa. Ao fim de seis anos morreu e vendeu-a a um juiz.
Havia também
uma sala com um contador que tinha um segredo: tiravam-se duas gavetas
que estavam lá, depois tirava-se um prego que segura a gaveta que está
em cima da outra e lá ao fundo havia um cofre.
A seguir
vimos uma sala com louça de viana, era muita! Vimos um minimalista da
fábrica da louça de viana e vimos a única prova que a fábrica fez
azulejos.
Eu gostei da visita porque aprendi como era a vida antigamente e vi pela primeira vez uma casa com capela.
Tiago Marques – 3º ano
Na imagem do continente asiático o pintor desenhou o corpo de
cavalo e a cabeça de camelo e mostrou vários costumes desse local. A
terceira sala mostrou cenas de caça, as pessoas nesse tempo gostavam de
caçar havia homens a caçar de cavalo, que eram os ricos e outros,
os pobres, andavam a pé. Os ricos não podiam vestir a roupa de pobres e
os pobres não podiam vestir as roupas de ricos.
Ontem à tarde eu fui a Viana do Castelo, ia fazer
um pedy paper mas não deu porque estava um dia chuvoso e por isso
fomos visitar o museu.
Quando entrámos veio um guia para nos acompanhar na visita. Eu vi
três salas com muitos azulejos. Na primeira sala vimos a vida palaciana,
nesse tempo divertiam-se a tocar instrumentos, comiam com a colher ou à
mão. Na segunda sala vimos quatro continentes: a Europa, África,
América e a Ásia.
Depois fomos ver um quarto das pessoas que moraram lá.Vimos uma
cama individual, com um dossel, tinha seis pés e desmontava-se. No teto
do quarto havia o brasão da família. Também vimos a pintura da mulher
que viveu lá.
Logo de seguida vimos uma capela com um altar esculpido em
madeira. Naquela casa habitava um cónego que a construiu para passar lá
as férias,vinha de Braga. Ele habitou-a durante seis anos.
Noutra
sala vi louça tradicional de Viana do Castelo. Noutra divisão vimos um
contador que serve para guardar dinheiro e diamantes, é como um cofre mas mais
antigo.
Eu adorei esta visita de estudo porque gostei de aprender estas coisas todas.
Rita Lavandeira 01 maio 2013
Lenda dos Maios
"Segundo a lenda do Alto Minho, Herodes soube que a Sagrada Família,
na sua fuga para o Egipto, pernoitaria numa certa aldeia. Para garantir
que conseguiria eliminar o Menino Jesus, Herodes dispunha-se a mandar
matar todas as crianças. Perante a possibilidade de um tão significativo
morticínio, foi informado, por um outro "Judas", que tal poderia ser
evitado, bastando para isso, que ele próprio colocasse um ramo de giesta
florida na casa onde se encontrava a Sagrada Família, constituindo um
sinal para que os soldados a procurassem e consumassem o crime... A
proposta do "Judas" foi aceite e Herodes tratou de mandar os seus
soldados à procura da tal casa. Qual não
foi o espanto dos soldados quando, na manhã seguinte, encontraram todas
as casas da aldeia com ramos de giesta florida à porta, gorando-se,
assim, a possibilidade do Menino Jesus, ser morto.
Talvez resultado desta lenda, hoje em dia ainda é possível observar em
algumas zonas do nosso país, a colocação de ramos de giestas em flor, ou
até mesmo coroas feitas de ramos de giestas, conjuntamente com outras
flores e enfeites coloridos, nas portas e janelas das casas ou nos
automóveis, na noite de 30 de Abril para 1 de Maio."
24 abril 2013
Relógio de Sol
O Sol dá vida ao planeta Terra e também podemos utilizá-lo para nos orientarmos no espaço ou no tempo.
Construímos um relógio de sol no recreio da nossa escola e compreendemos como funcionam os relógios de sol.
Construímos um relógio de sol no recreio da nossa escola e compreendemos como funcionam os relógios de sol.
10 abril 2013
Ler o mar...
Integrado na Semana da Leitura e no projeto "Do mar à mesa" da Câmara Municipal e com o objetivo de demonstrar as várias etapas das diferentes espécies do mar até chegar à mesa, os alunos visitaram a doca comercial.
Foi uma tarde diferente, foi pena que o mau tempo não permitisse ver a chegada dos barcos de pesca.
Uma maneira diferente de trabalhar a área de Estudo do Meio e conhecer o mar, tão próximo de nós...
Foi uma tarde diferente, foi pena que o mau tempo não permitisse ver a chegada dos barcos de pesca.
Uma maneira diferente de trabalhar a área de Estudo do Meio e conhecer o mar, tão próximo de nós...
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