A Campanha do Laço Azul (Blue Ribbon) iniciou-se em 1989, na Virgínia, E.U.A. quando uma avó, Bonnie Finney, amarrou uma fita azul à antena do seu carro “para fazer com que as pessoas se questionassem”. Bonnie Finney contou aos elementos da comunidade que se revelaram “curiosos” sobre os maus-tratos a que sua neta estava sujeita e os quais já tinham morto outro neto de forma brutal.
E porquê azul?
Porque apesar do azul ser uma cor bonita, Bonnie Finney não queria esquecer os corpos batidos e cheios de nódoas negras dos seus dois netos. O azul, que simboliza a cor das lesões, servir-lhe-ia como um lembrete constante para a sua luta na proteção das crianças contra os maus-tratos.
Esta campanha, que começou como uma homenagem desta avó ao neto, expandiu-se e, actualmente, muitos países usam as fitas azuis, durante o mês de Abril, em memória daqueles que morreram como resultado de abuso infantil e como forma de apoiar as famílias e fortalecer as comunidades nos esforços necessários para prevenir o abuso infantil e a negligência.
A história de Bonnie Finney demonstra-nos como o efeito da preocupação de um único cidadão pode ter no despertar das consciências do público, em geral, relativamente aos maus-tratos contra as crianças, na sua prevenção e na promoção e proteção dos seus direitos. Bonnie Finney fez com que um pouco por todo o mundo, tenha sido designado o mês de Abril, como o mês dedicado à Prevenção dos Maus-Tratos Infligidos a Crianças e Jovens”.09 abril 2018
Laço azul
A Campanha do Laço Azul (Blue Ribbon) iniciou-se em 1989, na Virgínia, E.U.A. quando uma avó, Bonnie Finney, amarrou uma fita azul à antena do seu carro “para fazer com que as pessoas se questionassem”. Bonnie Finney contou aos elementos da comunidade que se revelaram “curiosos” sobre os maus-tratos a que sua neta estava sujeita e os quais já tinham morto outro neto de forma brutal.
E porquê azul?
Porque apesar do azul ser uma cor bonita, Bonnie Finney não queria esquecer os corpos batidos e cheios de nódoas negras dos seus dois netos. O azul, que simboliza a cor das lesões, servir-lhe-ia como um lembrete constante para a sua luta na proteção das crianças contra os maus-tratos.
Esta campanha, que começou como uma homenagem desta avó ao neto, expandiu-se e, actualmente, muitos países usam as fitas azuis, durante o mês de Abril, em memória daqueles que morreram como resultado de abuso infantil e como forma de apoiar as famílias e fortalecer as comunidades nos esforços necessários para prevenir o abuso infantil e a negligência.
A história de Bonnie Finney demonstra-nos como o efeito da preocupação de um único cidadão pode ter no despertar das consciências do público, em geral, relativamente aos maus-tratos contra as crianças, na sua prevenção e na promoção e proteção dos seus direitos. Bonnie Finney fez com que um pouco por todo o mundo, tenha sido designado o mês de Abril, como o mês dedicado à Prevenção dos Maus-Tratos Infligidos a Crianças e Jovens”.19 março 2018
Dia do Pai
Para
festejarmos o Dia do Pai, convidamos os nossos Pais para passarem um bocadinho
do dia na nossa escola.
Apresentamos
uma canção “O Meu Pai é Fixe” e um poema “O Meu Pai”.
Todos juntos
lançamos um desafio, para em conjunto Pai/Filho decorarem uma gravata,
utilizando diferentes técnicas.
Foi um
momento de convívio entre todos e de muita ternura.
Obrigada a todos os PAIS
28 fevereiro 2018
Encontro com o ilustrador
Integrada nos Contornos da Palavra, recebemos a visita do ilustrador Sebastião Peixoto.
Falou-nos sobre o seu trabalho, o seu dia-a-dia e como planifica, em articulação com o editor, um livro.
Isto de ilustrar uma história dá algum trabalho ...
Gostámos muito de o ver desenhar uma personagem fantástica. Apeteceu-nos logo inventar uma história...
Falou-nos sobre o seu trabalho, o seu dia-a-dia e como planifica, em articulação com o editor, um livro.
Isto de ilustrar uma história dá algum trabalho ...
Gostámos muito de o ver desenhar uma personagem fantástica. Apeteceu-nos logo inventar uma história...
Contornos da Palavra
No âmbito dos Contornos da Palavra, recebemos a visita de uma contadora de histórias, Ana Azevedo que nos presenteou com a dramatização interativa da história “A Raposinha Matreira tornou-se Cantadeira”.
Gostamos muito de assistir à dramatização da história e de fazer parte dela.
08 fevereiro 2018
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